A estranhamento já começa na chegada, com a falta do horário de verão. O dia termina cedo, pois anoitece às 6 da tarde. Em compensação, já desponta o sol por volta das 5 da manhã.
Aproveito para comer o que não temos no sul: caju direto do pé, amendoim cozido, cuscuz, dentre outras coisas e uma infinidade de sucos de frutas (cajá, umbu, graviola, mangaba, etc).
Me deleito também com a simpatia do nordestino (tão diferente de nós gaúchos sisudos), e seu jeito mole e cantado de falar. Aprendo novos vocábulos e expressões dessa terra.
A graça está em abrir-se, deixar-se levar e contaminar pelo outro, pelo diferente, sair da comodidade de nossos hábitos e experimentar o novo. Voltamos para casa enriquecidos e felizes. Pena que tem gente que tem preconceito e acha que só a sua cultura é que vale. Perde uma grande oportunidade de crescimento pessoal. E isso não se aplica só para viagens, mas para a vida. Temos muito a aprender com as pessoas.
Deixo vocês com a foto da bela árvore de natal de Aracaju, com a paisagem da cidade por trás.

foto Gustavo Barreto
Um comentário:
Ângela, que belo post! Traduz perfeitamente o meu sentimento em relação às viagens também... experimentar novas terras, culturas, falas, cheiros e sabores! Isso não tem preço!
E adorei a foto, é linda! Vou "emprestá-la" Para atualizar o post lá no Mosaicos...parabéns ao Gustavo, ficou linda!
Beijo grande e Feliza Ano Novo para você e sua linda família!
Cacau
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