Gente, como a Joana não entrou em contato, realizei novo sorteio. Dessa vez a sorteada foi a seguidora AYM,(Aymee) que tem até a prósxima terça-feira para entrar em contato e enviar seu endereço, ou realizarei outro sorteio.
Parabéns AYMEE!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sobre o sorteio do livro Budapeste
Gente, a JOANA, seguidora do blog que foi sorteada não entrou em contato para enviar os dados para eu enviar o livro. Estou fazendo a última chamada. Vou aguardar até domingo e se ela não se manifestar, realizarei outro sorteio entre os seguidores, nos mesmos moldes do anterior. Fiquem ligados!
Chuvas e estragos na zona sul
Querem ver as fotos do temporal de sexta-feira? Vejam meu post no blog do ZH Zona Sul.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
De vanguarda - uma boa desculpa
O Professor Luis Augusto Fischer fala de vanguarda no caderno Cultura da Zero Hora desse sábado. Diz que, segundo Ernildo Stein, “a vanguarda se apresenta como portadora do futuro, como capaz de trazer ao presente um naco do que ainda nem é mas vai ser; aí, o sujeito que está ali vendo o que acontece fica com uma de duas alternativas, aceitar a vanguarda ou não aceitar. A escolha depende de decidir sobre um problema relevante: como saber se tem cabimento aquilo que a vanguarda oferece? Ocorre que a vanguarda, apresentando-se como portadora do futuro, não se submete ao teste do presente. Se por acaso ela for arguída como incompetente, irrelevante incompreensível sempre vai poder dizer em sua defesa que o presente não tem competência para avaliá-la.”
Posição cômoda essa da vanguarda, não? Qualquer crítica negativa é tida como incapacidade do presente de entender o novo, o porvir.
Taí, é um bom argumento para usar quando meus textos ou atitudes forem imcompreendidos, dizer que isso se dá pelo fato de serem de vanguarda, pois, como diz o Fischer, essa não pode pretender a unanimidade, nem mesmo a hegemonia, se quiser honrar as calças que veste.
Posição cômoda essa da vanguarda, não? Qualquer crítica negativa é tida como incapacidade do presente de entender o novo, o porvir.
Taí, é um bom argumento para usar quando meus textos ou atitudes forem imcompreendidos, dizer que isso se dá pelo fato de serem de vanguarda, pois, como diz o Fischer, essa não pode pretender a unanimidade, nem mesmo a hegemonia, se quiser honrar as calças que veste.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Crônica do David Coimbra - O Sal da Terra
fonte: google imagens
Gostei muito da crônica do David Coimbra na Zero Hora de ontem. Me fez pensar que, nesses tempos de internet, em que não damos conta de absorver toda a informação e todas as ferramentas disponíveis (orkut, email, twitter, facebook, myspace, blog, etc.) é hora de nos perguntarmos se não estamos perdendo muito tempo com o mundo e relacionamentos virtuais e esquecendo do que realmente importa: as pessoas. Eis a crônica:
O sal da terra
Sei o que Jesus quis dizer com a frase: – Vós sois o sal da terra. Não falo do Jesus da religião. Em assuntos de religião não existe debate. A fé é indiscutível. Refiro-me ao Jesus filósofo e, em filosofia, tudo se discute.
O sal da terra.
Somos nós. As pessoas. Nós é que somos importantes, dizia o filósofo Jesus, o resto é secundário.
O jornalismo, por exemplo. O jornalismo tem a pretensão de abranger e abordar todas as atividades humanas contemporâneas. Divide a vida em seções, chama-as de editorias (Economia, Política, Esporte, Polícia etc.) e tenta contar o que acontece nessas áreas todos os dias.
Consegue.
Um jornal moderno é um resumo quase exato e quase preciso da vida moderna. O jornal trata de tudo, menos do mais importante. Na verdade, o jornalismo não trata de nada do que é realmente importante.
Há várias maneiras de descobrir o que é realmente importante. Duas radicais são:
1. Apaixonar-se.
2. Entrar em depressão.
Pessoas deprimidas ou apaixonadas compreendem à perfeição que o mais importante da vida não é o dinheiro, as eleições ou o jogo de domingo. Essas pessoas compreendem que o mais importante são as outras pessoas.
Mas tanto a paixão quanto a depressão são estados doentios da alma. Melhor compreender o que é realmente importante observando as pessoas mais sábias.
Que são as mães.
Cazuza cantava que só as mães são felizes. Perfeito. Mas não as festejadas mães que se orgulham de partilhar o tempo entre os filhos e a carreira profissional, as mães de suplemento feminino. Estas não são felizes. Falo das antigas mães, para quem a “carreira” não era importante.
Porque “carreira” não é importante.
Aquelas mães de pé de forno, de cheiro quente de bolo, aquelas mães de avental riam-se à sorrelfa dos homens e suas preocupações menores, como quem vai ser o próximo presidente da República. Sabiam, aquelas mães, que, como escreveu Caetano Veloso, a coisa mais certa de todas as coisas não vale um caminho sob o sol, e que nada, nada!, do que está no jornal vale mais do que uma noite de gargalhadas com bons amigos.
Por isso, quando a política é feita com insultos, como ora ocorre no Rio Grande do Sul, quando se discutem reputações, em vez de ideias, como ora ocorre no Rio Grande do Sul, quando, enfim, as pessoas são agredidas em qualquer âmbito e por qualquer motivo, a Humanidade fica menor. Porque a política e as ideias importam, mas nem tanto. O que importa são as pessoas.
As pessoas.
O sal da terra.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Vídeo "Ler ou não ler" - no blog Textículos
Achei um amor o vídeo de divulgação da Feira do Livro de São Leopoldo, que teve direção do Jari da Rocha, titular do blog TEXTÍCULOS. O vídeo está lá no blog dele e para conferir, basta clicar aqui.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Os pardais sumiram

Saiu mais um post meu no zh zona sul, falando sobre o desaparecimento dos pardais em Porto Alegre. Confira aqui. Os comentários são bem vindos.
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